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Materiais colaborativos
Em conjunto com diversas profissionais de ESG, coletâneas de diversos temas do guarda chuva da Sustentabilidade.
Taxonomia Sustentável Brasileira e Construção Sustentável: o novo mapa dos investimentos responsáveis
“A Taxonomia não é um selo, é o novo idioma do dinheiro sustentável.”
Ministério da Fazenda, 2025
A TSB aproxima sustentabilidade, regulação e finanças ao estabelecer critérios técnicos para identificar atividades alinhadas à transição sustentável. E a Construção Civil está no centro dessa transformação.
Eficiência energética, materiais de menor impacto, gestão de resíduos, análise do ciclo de vida, circularidade, conforto térmico e rastreabilidade deixam de ser apenas diferenciais e passam a ganhar peso na avaliação de desempenho, elegibilidade e valor.
Nesse novo cenário, certificações ambientais podem fortalecer evidências técnicas, enquanto novas exigências de eficiência energética e a evolução das finanças sustentáveis ampliam a importância de decisões tomadas ainda na fase de projeto.
Como aplicar a Taxonomia na prática e quais são os riscos de esperar?
Este artigo explora essas questões e defende uma mudança de perspectiva: o futuro da Construção Sustentável não será apenas construir com menor impacto, mas transformar desempenho socioambiental comprovado em valor.
Certificações Verdes:
Um Futuro Sustentável na Construção Civil
Passamos cerca de 90% do nosso tempo em ambientes internos,
sejam residências, locais de trabalho ou espaços fechados de lazer.
Uma edificação impacta muito mais do que o ambiente ao seu redor. Ela influencia consumo de recursos, emissões, saúde, conforto, produtividade e qualidade de vida, desde a escolha dos materiais até sua operação.
Nesse contexto, certificações deixam de ser apenas selos de reconhecimento, são ferramentas estratégicas que ajudam a transformar princípios de sustentabilidade em critérios, desempenho e resultados mensuráveis.
Eficiência energética e hídrica, materiais de menor impacto, conforto térmico e lumínico, qualidade do ar, gestão de resíduos e bem-estar dos ocupantes são alguns dos aspectos incorporados ao processo de certificação.
Mais do que reduzir impactos ambientais, uma edificação certificada pode gerar eficiência operacional, valorização do ativo, diferenciação de mercado e benefícios para seus ocupantes.
Mas certificar não é simplesmente cumprir uma lista de requisitos. É integrar diferentes profissionais, decisões e estratégias desde o início do projeto, construindo uma visão mais ampla sobre o ciclo de vida da edificação.
Neste artigo, compartilho minha experiência como profissional acreditada em certificações verdes e uma reflexão sobre seu verdadeiro potencial.


